quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Em busca do Juiz Salcides:o contador de histórias

Uma leitora deste blog conseguiu dar-me seguras pistas do Juiz aposentado Salcides.

Disse-me que existem quatro pessoas que podem dar depoimentos sobre o Juiz Salcides. Professora Cecília da Fraga Schubert, residente na cidade de Guarapari ou Vitoria no Espirito Santo, o advogado Victor Rodrigues da Costa, residente na cidade de Vitoria, Espírito Santo, o advogado Pedro Paulo Volpini, residente em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, e o magistrado Brasiliense Prof. Dr. José de Aquino Perpétuo, Juiz de Direito em Brasília. E naturalmente o próprio Salcides, que veio para cidade grande, onde cursou especialização, mestrado, doutorado, livre-docência, e se dedica seu tempo hoje à advocacia, a comentar o Código Civil e a escrever causos, em seus já 4 livros denominados o contador de histórias.

Não sei como ela conseguiu tais informações, mas serão úteis.

Vou primeiramente escrever um e-mail para Salcides a fim de saber se ele me poderia conceder uma entrevista e também se ele próprio gostaria de ver o seu passado debatido publicamente neste blog.

Quem sabe depois de tantos anos, ele poderia dar uma versão para os acontecimentos e permitir uma reflexão sobre o que acontece hoje com a magistratura?

Muito obrigada Giovanna...Vamos ver em que acabará esta história!

5 comentários:

pedro paulo volpini disse...

Você encontrou-me. Sou o PEDRO PAULO VOLPINI. Por acaso, estou instalando um Blog para mim, para ver seu tenho jeito para isso, perdi o meu e achei o seu, com referência a mim. Vi que tem (ou tinha) interesse em saber a respeito do ex-Juiz Heraldo Salcides. Mas seu interesse no Blog é anunciado para discussáo de direito de família, processo penal e criminologiaFábio Ataídemasculino
Local: Natal : Rio Grande do Norte : Brasil
Interesses: Discutir Direito de família, processo penal e criminologia. Curiosamente, gostaria de saber o por quê de seu interesse em saber do paradeiro daquele ex-juiz e sua busca de "pistas seguras" a esse respeito, considerando ser vc. um Juiz do Rio Grande do Norte. Vc tem algum relacionamento com essa "leitora" de seu blog? Sabe quem é ela? Atenciosamente, PEDRO PAULO VOLPINI.

Anônimo disse...

Pr. Oziel Pompilho, Jundiaí/SP,
posso dizer, sou feliz em conhecer e tenho muita alegria e satisfação em ouvir o Dr. Heraldo Salcides, hoje mesmo 27/11, estive com ele,
sou estudante de Direito, Unianchieta/Jundiaí,
ozielpompilho@hotmail.com

mauricio disse...

Prezado Fábio,

Parafraseando o colega que me antecede nos coments, Pr. e futuramente Dr. Oziel Pompilho, já conhecia o Dr. Salcides de outras ocasiões, também hoje (07/01/10) tive o nova oportunidade e o prazer de tê-lo como adverso em no fórum trabalhista d'uma pequena cidade que integra a RM da maior metrópole. Atesto tratar-se de figura humana impar, advogado e contador de estórias.

mauriciorodrigues@adv.oabsp.org.br

Anônimo disse...

Ao Juiz Fabio Ataíde:

Muito me honrou ser convidada por você, para falar à Revista Piauí , sobre o ex juiz Heraldo Salcides, e passo a fazê lo.
Salcides levou para a Magistratura, todos os conceitos e ideais de justiça que recebera de seus honrados pais.
Primeiro aluno, sempre se esmerou naquilo que fazia.
Como Juiz substituto trabalhou em diversas comarcas, onde decidiu a maioria dos processos aguardando sentença e não sentenciados por seus antecessores.
Praticou o que hoje 32 anos depois, o Conselho Nacional de Justiça estabeleceu como meta = julgar com celeridade.
Já tinha Salcides essa visão futurista!
Por isso é que deu milhares de sentenças!
Salcides pode se ter equivocado em algumas de suas decisões.
E os equívocos dos juizes, são corrigidos com recursos aos Tribunais e usando expressão sua... e pronto.
Não com armação de esquemas de perseguições e processos de exceção!
É certo que o caldo de cultura dos anos setenta/oitenta, trazia a exceção como regra, pois muito se a praticava no país, e os maus exemplos são sempre seguidos com mais facilidade que os bons! Salcides não se acovardou e decidiu!
Lembro-me ainda dos tempos de escola, de celebre citação de Rui Barbosa: “Do ferrete de Pilatos escapou o ladrão Barrabás, mas o juiz covarde foi severamente punido.
Na preleção do ajudador, funcionário do “Inferno” de Dante Alighneri, o Visitante, ao lhe perguntar porque, ao lado dos catres dos parricidas, matricidas, regicidas e uxoricidas, havia celas em cujo alto não havia qualificações do preso, e havia um buraco negro, e no rosto e no coração deles, também buracos negros, o astuto funcionário, respondeu: “Estes não fizeram nada, foram omissos!
Fausto de Santcis, esse juiz valente, que só honra a sua valorosa classe, se judicasse nos anos de 1970/1980, certamente teria recebido o mesmo.
Autorizo a publicação na Revista Piauí, e em seu blog.
Não deixe de remeter um exemplar da Revista para Salcides, pois não o vejo navegando na internet.

Cordialmente

Cecília da Fraga Schubert.

12 de janeiro de 2010, Vitória - ES.

CARTAS NA MANGA disse...

E aí, Dr. Fábio. Onde chegou com essa pesquisa?

Gostaria de obter informações.
Grato,
Pedro Paulo Volpini.